Marcio Rodrigues/MPIX/CPB O Brasil voltou a ganhar uma medalha de ouro nos Jogos Paraolímpicos nesta sexta-feira. A conquista veio com Silvania Oliveira no salto em distância na classe T11 (cego total)
A prova ainda rendeu uma medalha de bronze para o Brasil. Lorena Spoladore terminou a prova da terceira colocação.
A medalha de olho de Silvania é o segundo ouro da família Oliveira. Seu irmão Ricardo de Oliveira também conquistou o primeiro lugar no salto em distância.
Sergio Moraes/Reuters Daniel Dias provou mais uma vez por que é considerado um dos melhores paratletas da natação de todos os tempos. Nesta sexta-feira (16), o brasileiro conquistou sua terceira medalha de ouro na Paraolimpíada do Rio de Janeiro ao vencer com sobras a final dos 50 m costas, da classe S5, com o tempo de 35s40.
O britânico Andrew Mullen (37s94) e o húngaro Zsolt Vereckzei (38s92) completaram o pódio com a prata e o bronze, respectivamente.
Com mais essa conquista, Daniel Dias chega a sua sétima medalha no Rio de Janeiro. Além dos três ouros conquistados, o nadador brasileiro já faturou outras três pratas e um bronze.
Assim, Daniel segue em busca de se tornar o maior medalhista da natação em Jogos Paraolímpicos da história, recorde que pertence ao australiano Matthew Cowdrey, com 23. Como possui 22, o brasileiro precisa subiu ao pódio das suas últimas duas provas no Rio para ultrapassar o paratleta da Oceania. Ele ainda terá a oportunidade nos 100 m livre, no qual é recordista paraolímpico e mundial, e no revezamento 4x100 medley.
A seleção masculina de goalball conseguiu uma impressionante reação contra a Suécia e conquistou a medalha de bronze. O time nacional saiu perdendo por 4 a 0 e acabou vencendo por 6 a 5.
O gol que definiu o triunfo saiu na prorrogação, na qual o primeiro time a balançar a rede fica com a vitória.
Leomon Moreno foi o autor do gol que garantiu o time nacional no pódio.
Marco Antonio Teixeira/CPB O cavaleiro Sérgio Oliva, que na quinta-feira havia ganhado a medalha de bronze na categoria individual misto do grau IA, voltou a subir no pódio nesta sexta-feira.
Oliva, que monta o cavalo Coco Chanel, ficou com o bronze na prova individual do grau IA.
O brasileiro ficou atrás Sophie Christiansen e Anne Dunham, ambas do Reino Unido, em uma repetição do pódio da quinta.
Marcelo Regua/MPIX/CPB A seleção brasileira de futebol de 7, para pessoas com paralisia cerebral, entrou em campo nesta sexta (16) para a disputa da medalha de bronze da Paraolimpíada do Rio e conquistou o prêmio ao vencer a Holanda por 3 a 1.
O Brasil dominou o jogo e por pouco não goleou o rival. A seleção abriu o placar com 50 segundo de partida, com Leandrinho. Inspirado, ele mesmo fez o segundo com do time brasileiro.
Apenas no segundo tempo a Holanda esboçou uma reação, mas aí já era tarde demais. Leandrinho ainda marcou o terceiro gol dele na partida, para sacramentar de vez a medalha para o Brasil.
REUTERS/Jason Cairnduff Terezinha Guilhermina fechou sua participação nos Jogos Paraolímpicos do Rio de Janeiro com uma medalha de bronze. Nesta sexta-feira (16), com o tempo de 57s97, a velocista brasileira terminou apenas na terceira posição nos 400 m rasos, na classe T11, para deficientes visuais. O ouro ficou com a venezuelana Sol Rojas (56s71), enquanto a prata foi para a chinesa Cuiqing Liu (57s64).
Assim, Terezinha não consegue repetir o desempenho das últimas Paraolimpíadas, quando foi bicampeã nos 200 m (Pequim-2008 e Londres-2012) e campeã nos 100 m (Londres-2012). Sua participação no Rio de Janeiro acaba de forma discreta, já que, antes deste bronze, havia conquistado apenas uma medalha de prata no revezamento 4x100 m.
Talita Simplício, outra brasileira na prova, terminou desqualificada bateria.