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Juros em queda estimulam investimentos em fundos

Por ANBIMA

11/10/2017 17h18

Produto é uma alternativa para quem busca retorno maior que o da poupança, que perdeu atratividade com a redução da Selic

Mais de oito milhões de brasileiros aplicam dinheiro em fundos de investimento. Até agosto deste ano, os clientes dos segmentos de varejo e de private banking das instituições financeiras detinham R$ 1,28 trilhão investido nesse tipo de produto. O valor representa um terço do total aplicado em fundos: o patrimônio líquido supera R$ 4 trilhões, de acordo com levantamento da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

A trajetória de queda dos juros pode ser um estímulo para o brasileiro olhar com mais atenção para os próprios investimentos. Quem aplicava em produtos financeiros mais conservadores, com rentabilidades atreladas à Selic, percebeu que precisa se mexer para continuar ganhando no atual cenário macroeconômico. Os números da indústria refletem bem esse movimento”, afirma Ana Leoni, superintendente de Educação e Informações Técnicas da ANBIMA.

Entre os fundos disponíveis no mercado, há opções que se adaptam aos mais variados perfis de investidores, dos conservadores aos mais arrojados. Eles são também uma alternativa democrática para quem quer fazer a transição da caderneta de poupança para produtos mais sofisticados.

A poupança é ainda a primeira opção de quase 90% dos clientes de varejo das instituições financeiras brasileiras. Com a queda dos juros, o produto perde atratividade: a poupança tem um gatilho, acionado sempre que a taxa de juros bate em 8,5% ao ano, como acontece agora (está em 8,25%). Na prática, o ganho da poupança, que era de 0,5% ao mês mais a taxa referencial (TR), passou a ser de 70% da taxa básica de juros mais a TR.

Isso tem motivado a migração para os fundos de investimento. Os mais procurados são os de perfil conservador: os de renda fixa. Eles respondem por 48% de todo o dinheiro aplicado em fundos, mas os produtos de perfil mais arrojado começam a ganhar espaço. De 2016 para cá, os fundos multimercados (que investem em ativos diversificados, como renda fixa, ações, câmbio etc.) vêm crescendo: eles concentram hoje 20% de todo dinheiro aplicado em fundos, comparado a 19% no mesmo período do ano passado.

O crescimento dos multimercados é um reflexo da busca dos investidores por produtos mais sofisticados. Nesse caminho, é importante dar um passo de cada vez: alongando prazos e optando gradativamente por ativos mais arrojados, sempre dentro da tolerância de risco de cada um”, afirma Ana.

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Este conteúdo é de autoria da ANBIMA e não faz parte do conteúdo jornalístico do UOL.

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